
A causa de diferenciação entre os Savannahs é o grau de parentesco deles com o Serval. Os de primeira geração, chamados de F1, que têm o felídeo selvagem como pai (geralmente o macho é selvagem e a fêmea, doméstica), não são a mesma coisa que os F2, de quem o Serval é avô. E os dois, por sua vez, diferem dos F3, cujos filhos finalmente chegam ao patamar em que as gerações adquirem homogeneidade. “Considera-se que a raça Savannah começa efetivamente na geração F4”, diz Solange Mikail, do Kashmircats, responsável por trazer a raça para criação no Brasil em 2007.



