O calor do verão aumenta os desafios nas viagens com pets, mas cuidados simples fazem toda a diferença para o bem-estar dos animais

Com a chegada do verão, muitas famílias aproveitam para pegar a estrada em busca de descanso e dias mais tranquilos ao lado de seus animais de estimação. Entretanto, enquanto o calor é o convite perfeito para viagens ao litoral, campo ou até outras cidades, também é o período em que pulgas, carrapatos, mosquitos e outros parasitas se proliferam com maior intensidade. Para ajudar os responsáveis a garantirem uma viagem segura e saudável, a Zoetis reforça cuidados essenciais para o passeio, especialmente em dias de altas temperaturas.
Durante o verão, a combinação de calor e umidade cria condições ideais para que parasitas completem seu ciclo de vida mais rápido, tornando-se mais abundantes em ambientes naturais e até mesmo nos locais com trânsito frequente de animais, como hospedagens para pets. Além da infestação, esses parasitas podem transmitir doenças graves, como Leishmaniose Visceral Canina.
“No verão, as condições climáticas favorecem a multiplicação dos parasitas. Para quem vai viajar com pets, é essencial realizar a prevenção antes de sair de casa, garantindo uma viagem mais segura para o animal e mais tranquila para o responsável”, explica Paula Pinheiro, Coordenadora de Serviços Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis.
Abaixo, a especialista destaca cinco dicas fundamentais para viajar com pets:
1 Mantenha a prevenção em dia
Aplique o antiparasitário alguns dias antes de sair de casa para manter a proteção ativa contra pulgas, carrapatos, sarnas e outros parasitas. Além disso, não esqueça de conferir a carteira de vacinação do animal – além de garantir a saúde do pet por períodos prolongados, algumas vacinas são obrigatórias para viagens ou para a hospedagem do seu pet.
2. Redobre os cuidados com hidratação
O calor excessivo pode causar desidratação e estresse térmico. Mantenha água fresca acessível e evite exposição prolongada ao sol, especialmente entre 10h e 16h. Nesses horários, evite também os passeios, pois as altas temperaturas do solo podem causar queimaduras nas patas e hipertermia no seu cão
3. Use coleiras repelentes
O amanhecer e o entardecer são os melhores horários para passeios, pois as temperaturas são mais amenas. Porém, esses são os períodos de maior atividade do mosquito-palha, vetor da Leishmaniose Visceral Canina, portanto, mantenha as coleiras repelentes continuamente.
4. Use telas mosquiteiras e ventiladores
Esses recursos podem ajudar a proteger seu pet, além de propiciar conforto térmico nos dias quentes.
5. Se for deixar o seu pet em um hotelzinho ou creche, pesquise muito bem o local
Se possível, visite o estabelecimento antes de fechar a hospedagem para avaliar a estrutura, a segurança, a limpeza e a equipe do local.
Além disso, no caso de hospedagem para gatos, opte por locais com atendimento amigável a felinos, pois eles podem sofrer com estresse ao mudar de ambiente ou rotina. Hospedagens e clínicas adeptas ao conceito cat-friendly oferecem manejo adequado, áreas exclusivas para felinos e práticas que minimizam ansiedade e riscos para a saúde do animal. Por meio do programa Zoetis Cat Care, a Zoetis promove a capacitação de hospitais, clínicas e veterinárias e demais profissionais envolvidos no cuidado com a saúde de felinos, visando auxiliar nas adaptações do atendimento e na otimização dos cuidados para reduzir o estresse durante a consulta e estimular a medicina preventiva.
6. Observe o pet atentamente
Além da prevenção, é fundamental que o responsável observe atentamente qualquer alteração no comportamento ou na saúde do animal durante a viagem ou nos dias de calor intenso. Coceira excessiva, vermelhidão na pele, perda de pelos, feridas, letargia, falta de apetite, vômitos ou dificuldade para se movimentar podem ser sinais de infestação por parasitas ou de doenças transmitidas por eles. A identificação precoce desses sintomas permite um tratamento rápido e eficaz, evitando complicações mais graves.
“Muitas doenças transmitidas por pulgas, carrapatos e mosquitos começam com sinais discretos que os tutores podem confundir com desconfortos passageiros. Qualquer alteração física ou no comportamento do animal deve ser levada a sério. Observar o pet de perto e procurar o veterinário ao primeiro sinal de anormalidade é essencial para garantir a saúde e o bem-estar do animal”, reforça Paula.
Por assessoria de imprensa



